Nova espécie de cobra da Nova Guiné é batizada em homenagem a Slash

Lielaphis slashi foi descoberta durante expedições e homenageia guitarrista do Guns N’ Roses
Por Redação

Foto: Grande Piauí / Ilustrativa Nova espécie de cobra da Nova Guiné é batizada em homenagem a Slash
Nova espécie de cobra da Nova Guiné é batizada em homenagem a Slash

Expedições realizadas nas florestas da Nova Guiné, na Oceania, levaram à descoberta de uma nova espécie de cobra. O animal foi batizado como Lielaphis slashi, em homenagem ao guitarrista Slash, da banda Guns N’ Roses.

A escolha do nome foi feita pela autora principal do estudo, Sara Ruane, que é fã da banda. A nova espécie também passou a ser conhecida como cobra-terrestre-de-Slash.

Nova espécie amplia número de serpentes conhecidas

A descoberta foi possível a partir da combinação de análises genéticas e estudos morfológicos. Os pesquisadores investigaram exemplares de diferentes espécies do gênero Lielaphis e encontraram características que permitiram reconhecer o animal como uma espécie distinta.

Com a identificação de Lielaphis slashi, o gênero passa a reunir 20 espécies conhecidas. As serpentes do grupo são terrestres, de porte médio e encontradas principalmente na Nova Guiné.

Serpente ganhou nome em homenagem ao guitarrista

Slash, que já declarou publicamente seu interesse por répteis, recebeu a homenagem com entusiasmo. Em comunicado, o guitarrista afirmou estar honrado com a escolha de seu nome para uma espécie de cobra da Nova Guiné.

“Sinto-me extremamente honrado e grato por uma espécie de cobra da Nova Guiné ter sido nomeada em minha homenagem. É realmente emocionante, jamais imaginei que esse momento chegaria”, declarou Slash.

Florestas da Nova Guiné ainda escondem espécies desconhecidas

A região onde a nova serpente foi encontrada é conhecida por sua grande diversidade biológica. Mesmo assim, muitas espécies ainda são pouco estudadas devido às dificuldades de acesso, aos hábitos noturnos de alguns animais e à semelhança física entre diferentes espécies.

Os pesquisadores destacam que a descoberta reforça a necessidade de novas expedições e estudos científicos na Nova Guiné, que podem revelar outras espécies ainda desconhecidas.

O estudo também aponta uma possível ampliação da distribuição geográfica de Lielaphis aplini, mostrando que ainda há importantes lacunas no conhecimento sobre as serpentes que vivem nas florestas da região.

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