IBGE estima que população do Piauí chega a 3,39 milhões de habitantes em 2026
Menores taxas de crescimento ficaram com: Rio Grande do Sul (0%), Alagoas (0,01%) e Rio de JaneiroO IBGE divulga nesta sexta-feira (28), estimativas populacionais para o país, estados e municípios para o ano de 2026. Para o Brasil a estimativa é de uma população total de 214,2 milhões de habitantes, aumento de cerca de 791 mil habitantes em relação ao ano de 2025, o equivalente a um crescimento de 0,37% na população do país. Para o Piauí a estimativa populacional aponta para um total de 3,39 milhões de habitantes, aumento de 8.070 habitantes em relação a 2025, um crescimento de 0,24%, oitavo menor crescimento da população entre as 27 unidades da federação.
É interessante ressaltar que a taxa de crescimento da população no Piauí, registrada em 2026, de 0,24%, está bem aquém daquela registrada no início deste século quando, por exemplo, em 2002 ela chegava a 0,88%, quase quatro vezes maior. Em termos de quantitativo da população, a variação no crescimento anual em 2002 foi de cerca de 25 mil pessoas, bem acima do incremento atual de
cerca de 8 mil pessoas em 2026, o que representa uma queda no crescimento do quantitativo anual de 68%.
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As estimativas para 2026 apontam que os estados com maior taxa de crescimento da população em relação ao ano anterior são: Roraima (3,01%), Santa Catarina (1,54%) e Mato Grosso (1,46%). As menores taxas de crescimento ficaram com: Rio Grande do Sul (0%), Alagoas (0,01%) e Rio de Janeiro (0,01%). Entre as grandes regiões do país, a Centro-Oeste é a que apresenta maior taxa de crescimento, com 0,94%. Na sequência temos a região Norte (0,68%), Sul (0,60%), Nordeste (0,21%) e Sudeste (0,21%). Como destaque de crescimento na população na região Nordeste, temos os estados da Paraíba (0,44%), Ceará (0,36%) e Sergipe (0,34%).
Anualmente, o IBGE divulga estimativas da população residente nos estados e municípios brasileiros em atenção ao que estabelece o artigo 102 da Lei no 8.443/1992 e à Lei complementar no 143/2013. A divulgação dessas estimativas populacionais é fundamental para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários e é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios.