Dois adolescentes são apreendidos suspeitos de matar menino de 11 anos em Teresina

Segundo o DHPP, os suspeitos se apresentaram à polícia e confessaram participação no crime
Por Redação

Foto: Reprodução Dois adolescentes foram apreendidos suspeitos de envolvimento na morte de Hidhino Davy Gomes Lima, de aproximadamente 11 anos, encontrado morto na manhã deste sábado (17)
Dois adolescentes foram apreendidos suspeitos de envolvimento na morte de Hidhino Davy Gomes Lima, de aproximadamente 11 anos, encontrado morto na manhã deste sábado (17)

Dois adolescentes foram apreendidos suspeitos de envolvimento na morte de Hidhino Davy Gomes Lima, de aproximadamente 11 anos, encontrado morto na manhã deste sábado (17), em uma área de uma granja desocupada no bairro Parque Universitário, na zona Leste de Teresina. O corpo da criança foi localizado em condições que indicam extrema violência.

Segundo o delegado Genival Vilela, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), os adolescentes se apresentaram voluntariamente à Central de Flagrantes na sexta-feira (16) e depois foram encaminhados à sede do departamento.

De acordo com o delegado, eles procuraram a polícia por medo de sofrer represálias relacionadas a outro homicídio ocorrido na mesma região cerca de um mês antes. Durante os procedimentos, surgiu a suspeita de que um deles estaria envolvido na morte de Hidhino.

Suspeitos teriam confessado o crime

Conforme o relato do delegado, os dois adolescentes confessaram participação no homicídio durante o interrogatório. Eles teriam afirmado que o crime ocorreu na madrugada de terça-feira (13), quando a criança já estava desaparecida.

Inicialmente, uma das hipóteses era de que o menino tivesse sido sequestrado. No entanto, segundo Genival Vilela, os levantamentos indicam que a criança teria ido espontaneamente ao local onde foi morta. As circunstâncias do caso ainda estão sendo apuradas.

Hidhino estava desaparecido desde terça-feira (13), mas a família registrou o boletim de ocorrência somente na sexta-feira (16). Segundo o delegado, a criança já tinha histórico de sair de casa.