Piauí entra em alerta com dengue em 28 municípios e mais de 4 mil casos

Estado já registra mais de 4.200 casos prováveis e acende alerta para avanço da doença
Por Redação GPiauí

Foto: Grande Piauí Foto do principal mosquito transmissor da dengue é o Aedes aegypti
Foto do principal mosquito transmissor da dengue é o Aedes aegypti

O estado do Piauí entrou em alerta após a confirmação de que 28 municípios estão em situação de alto risco para dengue, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi). O levantamento aponta que essas cidades apresentam índice de infestação do mosquito transmissor igual ou superior a 4%.

De acordo com os dados mais recentes, o Piauí já soma 4.202 casos prováveis de dengue em 2026, além de um óbito confirmado pela doença.

Municípios em alerta e cenário preocupante

Além dos municípios classificados como de alto risco, outros 85 estão em estado de alerta, com índices de infestação entre 1% e 3,9%. Já 111 cidades apresentam situação considerada satisfatória, com índice inferior a 1%.

O levantamento é baseado no LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti), que mede a presença do mosquito transmissor da doença e auxilia no monitoramento da situação epidemiológica.

Governo aciona plano emergencial

Diante do aumento dos casos, a Sesapi acionou o Centro de Operações de Emergências (COE) para reforçar o monitoramento e definir estratégias de combate à dengue em todo o estado.

Outro fator que preocupa as autoridades de saúde é a circulação de diferentes sorotipos do vírus, incluindo o retorno do tipo 3, o que pode aumentar o risco de casos mais graves.

Municípios “silenciosos” também preocupam

O estudo ainda aponta que 93 municípios são considerados “silenciosos”, ou seja, sem registros recentes da doença. No entanto, especialistas alertam que isso pode indicar falhas na notificação ou na vigilância epidemiológica, o que exige atenção redobrada.

Prevenção é a principal arma

A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e pode causar sintomas como febre alta, dores no corpo, manchas na pele e, em casos mais graves, levar à morte.

As autoridades reforçam que a principal forma de combate é eliminar possíveis criadouros do mosquito, evitando água parada em recipientes como pneus, garrafas e caixas d’água abertas.

DENÚNCIA 📲 (86) 99556-5443

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